Os Livros não Mudam o Mundo. Os Livros Mudam as Pessoas. As Pessoas Mudam o Mundo.

sábado, 13 de julho de 2013

Livros Que Lí em 2013: Ethos Mundial, Um consenso mínimo entre os humanos

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Nesse livro, Leonardo Boff continua sua missão profética de conclamar a humanidade para uma ação efetiva contra a destruição que o planeta está sofrendo. Todos concordam que a Terra, nossa casa comum, passa por um processo de esgotamento dos recursos naturais.  Se o problema é global, e para Boff esse problema está concentrado em 03 crises (a crise social, a crise do sistema de trabalho e a crise ecológica), é necessário uma solução global.

No entanto, faz-se necessário fundar um princípio global, que seja perceptivo a totalidade dos grupos humanos. Esse princípio, o Ethos Mundial, deve surgir do diálogo com as mais diversas culturas globais, respeitando a sabedoria das religiões e das tradições humanas.

Esse Ethos Global deve respeitar o Meio ambiente, deve reiterar que nós, humanos, somos parte do Meio ambiente, por que habitamos a mesma Casa Comum, Gaia, nosso planeta terra. Esse Ethos Global também deve ser formulado nas éticas da Natureza, na ética das religiões, e na ética fundada no pobre e excluído.

Em toda sua obra Leonardo Boff costuma utilizar uma palavra que é a síntese de seu pensamento: Diálogo. Mais do que uma palavra, os seres humanos precisam diálogar com as mais variadas formas que o humano se apresenta, seja na dimensão social, seja na dimensão espiritual.

O Livro tem uma linguagem muito simples e saborosa, como é característico nos escritos do autor, e ainda traz em anexo a Carta da Terra, documento que para Leonardo deve ser entendido como um imperativo para as nações, se essas almejam salvar a humanidade, já que o planeta Terra não depende da gente pra sobreviver, e sim nós  é quem precisamos Dele!!!

Por Robenilton Carneiro

terça-feira, 23 de abril de 2013

Livros que Lí em 2013: Contos e Histórias de Conceição do Coité

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Olhando pelo enfoque da historiografia,  o Livro da Professora Marielza Carneiro pode ser enquadrado dentro da visão positivista de História: exalta e glorifica os grandes feitos e personagens da história política de Coité.  Termos como “valoroso’, “incasável” e “generoso”, entre outros são distribuídos para adjetivar esses políticos oligarcas que dominaram a politica local por mais de 40 anos.

Outro aspecto peculiar da obra é sua estrutura dividida em capítulos que contam separadamente a história de alguns dos símbolos de nossa sociedade como algumas escolas (Polivalente, Wercelencio Calixto (hoje, João Paulo Fragoso), o Centro Cultural, A UNEB, os hospitáis, entre outros. A obra tem um caráter enciclopédico, que segundo a propria Marielza conta, surgiu da necessidade de compilar informaçoes sobre a cidade, principalmente as de caráter histórico, já que não havia nenhuma publicação sobre o tema, dificultando a vida dos alunos.

Apesar dessas problemáticas, o livro, que está em sua 3ª edição, é uma obra importante para entendermos o nosso município. Os capítulos sobre a história de Coité são os mais interessantes, destacando-se  a história de João Batata, o profeta coiteense, que preveu a utilização do gravatá (sisal) como principal fonte de renda do município, e também sobre a orígem da cidade nos Olhos D’agua.

A professora Marielza tem contribuído muito com a cultura  de Conceição do Coité, seja como docente, diretora escolar, seja como escritora. É dela também a letra do Hino da cidade.

Por Robenilton Carneiro

domingo, 24 de março de 2013

Livros que Lí em 2013: Guia do Politicamente Incorreto da Filosofia

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Diferentemente da proposta do livro Guia do politicamente incorreto da História do Brasil ( e da América), que tem como objetivo “desconstruir” fatos, personagens e mitos da História do Brasil, o livro Guia do Politicamente Incorreto da Filosofia, escrito por Luis Felipe Pondé, tem outra proposta.

Aqui, os filósofos não são revisados, e sim utilizados como referências para as destiladas venenosas e irônicas de Pondé nos temas mais caros ao que ele chama de Praga PC (Poloticamente Correto).

Vários temas são abordados por Pondé nesse livro, como feminismo, democracia, religião, sexualidade, natureza humana, entre outros.  Todos esses temas sofrem  violentamente à influência da Praga PC, ocultando, segundo o escritor, verdades que não são ditas com medo da crítica dos defensores do  Politicamente Correto.

Pondé é Bipolar: frases inspiradíssimas em alguns momentos; e coisas comuns em outros. Usa a ironia como poucos. É um polemista nato, alguns diria que gosta de chamar a atenção e “se aparecer”. Tem uma escrita pertinente, as vezes saborosa, a vezes dispersa.

Mas a marca mais polêmica em sua escrita talves seja seu elitismo e aristocratismo. Para ele, o Povo não é sábio, e nem sabe tomar decisões.  Sábio são os sábios (poucos e ilustres) , que carregam a humanidade nas costas. Por isso a Democracia é falha.

Ao ler esse livro, prepare-se para receber algumas indiretas …

Por Robenilton Carneiro

Livros que Li em 2013: Trabalhando Habilidades, Contruindo Ideias

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Escrito pelo professor Celso Antunes, autor de diversos livros sobre a área da Educação, o livro explica como trabalhar com Habilidades na sala de aula, trazendo  o significado de cada habilidade, juntamente com a competencia.

Saber quais habilidades e competências nossos alunos devem desenvolver no dia dia escolar, é fundamental para alcançarmos bons exitos no processo de Ensino-Aprendizagem.

Nesse livro, Antunes aborda as principais  habilidades em cada fase da vida  escolar dos alunos, que vai do Ensino Fundamental I até ao Ensino Superior.

 

Por Robenilton Carneiro

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Livros que Li em 2013: Filho Teu Não Foge a Luta (Sobre MMA)

 

O Livro de Felipe Awi, repórter do canal Sportv, é uma mega reportagem sobre a história do MMA, enfatizando como os lutadores brasileiros transformaram esse esporte em um fenômeno mundial.

Filho teu não foge a luta foi lançado em 2012, um ano após o MMA tomar conta do país. Em 2011, o UFC começou ser transmitido pela maior rede de televisão do país, confirmando o crescimento que o esporte vinha tendo.  Outros livros também aproveitaram a onda, mas talvez esse seja o mais completo.

Desde o início do século XX, mais precisamente na década de 1920, quando os Gracie, Carlos e Hélio, aprendem uma técnica oriental de luta de Conde Koma, a semente do MMA foi plantada.

Julgando sua arte superior as outras lutas, os Gracie desafiavam todos os estilos de luta que encontravam para mostrar a superioridade do Jiu-Jitsu.

E os Gracie estão intimamente ligados à explosão desse fenômeno, pois além de terem sido os primeiros “lutadores” a desafiar outras artes marciais, eles também fundaram o UFC (Rorion foi um dos fundadores) , maior evento de MMA do mundo.

Um dos pontos positivos do livro, é justamente essa tentativa de mostrar quase que cronologicamente, a história dos grandes combates da história das artes marciais no Brasil, que vai desde os desafios de Hélio Gracie com Kimura, campeão de Judô, em 1951, passando pelos confrontos Hélio X Waldemar, Carlson X Waldemar, até o UFC rio 134, em 2011. Sempre apresentando os combates que envolvem artes marciais mistas.

Vale também ressaltar, que os eventos internacionais como o Pride e o UFC são citados sempre quando há uma referencia à lutadores brasileiros.  Lutas históricas que não envolveram brasileiros não são citadas no livro.

Outro ponto positivo no livro é a riqueza de detalhes e informações de “bastidores” que Felipe Awi traz.

Para quem gosta de artes marciais, ou de UFC, o livro é uma boa pedida.

 

Por Robenilton Carneiro.

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domingo, 30 de dezembro de 2012

Textos que Encontro na Net

Acesso: http://colunas.gospelmais.com.br/criticas-ana-paula-valadao-e-a-nossa-infelicidade_3824.html

Críticas, Ana Paula Valadão e a nossa infelicidade

Críticas, Ana Paula Valadão e a nossa infelicidade

A tempos venho percebendo o quanto nosso povo tem se alfinetado nas redes sociais, e para algumas pessoas criticar quem está no topo, pode ser apenas uma forma de vingança, de uma incompetência pessoal e/ou ministerial.

Criticas construtivas são necessárias e muitas vezes por causa delas podemos melhorar muitas coisas que fazemos e/ou pensamos, mas quando a critica é apenas destrutiva temos que nos preocupar, pois ela só conseguirá ferir e escandalizar, e assim, em nada contribuirá para o crescimento do evangelho.

Vejo este comportamento humano com muita preocupação, pois ele pode ser decorrente de pré-conceitos infundados, vinda de mentes negativas e pessimistas e muitas vezes escondem um fanatismo religioso que em nada tem com defesa do evangelho.

Críticas muitas vezes são projeções de conteúdos nossos, um mecanismo de defesa do ego, uma forma de realizar um desejo, que neste caso é o de ferir respaldado em uma pseudo obrigação que alguns acham que tem em defender a qualquer custo o evangelho. Ainda que seja ferindo seu irmão.

Como defesa alguns criticam quando na verdade gostariam de estar fazendo exatamente o que esta pessoa faz e ou ter a coragem e oportunidade de estar nesta situação onde o outro é destaque.

Críticas muitas vezes são conteúdos projetados no outro, por ciúmes, inveja sentimentos de frustração, medo, complexos e elas sempre vêm acompanhadas de uma explicação deturpada da realidade com pré-conceito e a prova dessa verdade é que muitas vezes são destrutivas e, quem critica, não se importa em como o outro se sentirá, acha que tem o direito de ferir o outro, e pior ainda, usando como respaldo os ensinamentos de Cristo.

Observei como psicóloga algumas críticas em nosso meio feito por nós mesmos e percebi que muitas são desonestas, falaciosas, apenas para polemizar, mas também percebo que algumas até tem boas intensões mas se perdem no ideal e na forma .

Minha imaginação foi agora na época Cristã, e por uns minutos fiquei imaginando o quanto Cristo deve ter mexido com o fanatismo daquela época, com o senso critico, e por este fato o crucificaram, quem era Cristo para ousar ferir a tradição Judaica e a religiosidade tão enraizada? Imagino hoje Jesus dizendo “Pai perdoe, eles não entenderam nada”.

Medo do novo

O sucesso do outro nos afronta, mas somente quando não estamos seguros do que nossa fé representa para o mundo e para nós mesmos. Se conhecêssemos a Cristo como falamos, não criticaríamos tanto nossos irmãos por diferenças de gosto, opiniões e diferenças ministeriais.

O desejo de se importar com o que está acontecendo da vida do outro, de se meter na vida do outro, de maliciar, de interpretar de forma negativa tudo que o outro faz, ou pelo menos de quem está na mídia, já está se tornando um caso de saúde mental, isso sim é preocupante.

Tem coisas que até podemos discutir, como letra de música, estilo ministerial, mas nunca com crítica destrutiva sempre a título de discussão de aprendizado e conhecimento, respeitando as opiniões e atitudes do outro. Até mesmo nós, que estamos levantando o fato, podemos com as opiniões diversas, mudar nossa maneira de pensar .

Há coisas entre nós que é questão fechada como princípios de fé, (Jesus salvador, aceitar Jesus, santa ceia, mandamentos, trindade, Bíblia Sagrada, etc) e temos que lutar por eles, mas tem outras que tem haver com estilo, modo de ser, gosto pessoal que não necessariamente ferem esses princípios fundamentais do evangelho, porém podem sim estar ferindo o seu orgulho, sua frustração, desencadeando em você sentimentos de inveja, raiva e com isso sim temos que ter auto critica, ou seja,  sermos críticos e analisar com intuito de mudar nós mesmos.

Vou usar de exemplo Ana Paula Valadão.

Nas últimas semanas ví mais de 4 críticas publicadas em sites contra a Ana Paula Valadão que em minha opinião foram extremamente infantis, devido as polêmicas resolvi ver do que se trata e confesso, fiquei assustada com a maldade de alguns crentes, com o prazer e o ódio destilado em muitos comentários.

Minha pergunta enquanto psicóloga é :

  • Como se sente em criticar tudo que Ana Paula e/ou outra pessoa que está em evidência ?
  • Criticá-la vai tornar sua vida com Deus melhor?
  • Se sentirá mais feliz, vingada(o)?
  • Acredita que o evangelho lucrará com suas críticas?
  • As pessoas que viram suas criticas foram edificadas?
  • Se a pessoa em questão, ficar sabendo que você a criticou, vai se sentir feliz?
  • O que mais afeta você neste caso, a defesa do evangelho? Ou o fato dessas pessoas estarem em evidência profissionalmente e ministerialmente?
  • A vida, os exemplos dessa pessoa (vítima das criticas), sua história com Deus, suas lutas e vitórias, seus sacrífícios, fazem diferença na hora de postar sua crítica destrutiva?
  • Quando faz suas críticas consegue avaliar que pode estar ofendendo e sendo injusto?

Essas perguntas pode nos levar a reflexão do real motivo de nossas críticas. Estes dias coloquei para discussão em meu Facebook, a letra de uma música que em minha opinião por sugerir uma “vingança” espiritual, me assustei com os comentários maldosos destinados a cantora que não era o foco, ou seja, quem critica não tem senso crítico, e isso é grave. O nosso povo “pira” demais, fantasia, demoniza tudo e não se preocupa em ferir, como se a pessoa em questão não tivesse sentimentos, eu mesma tenho sido muito criticada por líderes que se assustam com minha ousadia. Como vim do mundão mesmo e sou muito atacada pelo mundo, me fecho para não me ferir mais, porém confesso, por diversas vezes quis abandonar minha luta por comentários maldosos de alguns crentes e pela falta de sensibilidade quanto a luta que travamos.

Me parece que para alguns, até o sofrimento de alguém quando se torna evidência, fere o ego.

Para encerrar, gostaria de dizer que pastor e pastora gordinhos deveriam sim fazer regime, pois sua vida é preciosa demais para o reino e a gordura faz mal para saúde, causa infartos, diabete, inúmeras doenças cardiovasculares que podem levar a morte, é fato. Controlar o apetite, ter uma alimentação saudável e se exercitar é muito saudável para todos. Essa é e a verdade que deveria ser incentivada.

Bolsas, sapatos de grife, se Deus te deu condições pra comprar e você tem sido fiel a Ele, aproveite e realize seu desejo, e quem não pode comprar grandes marcas, tem marcas boas baratas. O importante é ser feliz com o que tem e pode, mas não invejar o outro por suas conquistas.

Já cantei e preguei em rodeios e os cawboys são do senhor Jesus sim, como os MMA eu creio. Se você não crê, tudo bem, são opiniões apenas, gosto pessoal, não faça disso uma guerra, um escândalo entre nós.

E por último, quem não curtiu homem aranha? Homem aranha é um clássico! Sou fã e assisti todos os filmes, mas você pode não gostar dele, têm muitos outros para você curtir.

Importante, o gesto que a família Valadão fez, não é do demônio, nem da Illuminati não povo!!! É apenas o gesto que o homem arranha faz quanto solta a teia para prender nos prédios, alooou!!! Nem tudo é demônio, mas desrespeitar a família ou a unção da pessoas e ridicularizá-la por uma frase apenas é muita maldade e fanatismo religioso, não condiz com um cristão e pasmem, não é isso que vai levá-lo para o céu. Sem farisaísmos.

Críticas destrutivas podem apenas ser projeções de nossos complexos de inferioridade ou inveja contida, desejo de estar no lugar do outo e/ou ter a coragem que ele(a) tem. Pode representar sua incapacidade de gerir sucesso alheio.

Temos que juntar nossas forças e energias para criticar o mundo que tanto tem afrontado a família de Deus e não perdermos tempos em criticar a nós mesmos. Faça isso em silêncio ou pessoalmente, é mais honesto e digno, ai sim é construtivo.

Somente o avanço da maldade humana é capaz de negligenciar toda uma vida reta com Deus, por causa de um gesto e ou de uma fala.

Texto de  Marisa Lobo

Marisa Lobo é psicóloga clínica, escritora, pós-graduada em saúde mental, conferencista realiza palestras pelo Brasil sobre prevenção e enfrentamento ás drogas, e toda forma de bullying, transtornos psicológicos, sexualidade da familia, entre outros assuntos. Teóloga, ela é promoter e organizadora da ExpoCristo realizada no Paraná. Marisa é casada, tem dois filhos e congrega na IBB em Curitiba.

Por Robenilton Carneiro

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

MMA nos Anos 50: (parte II) Waldemar X Carlson Gracie

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Valdemar Santana praticava luta-livre desde os 18 anos e começou a treinar com Helio Gracie aos 21 anos. Passou a trabalhar como roupeiro da academia para pagar as mensalidades. Depois de desentender com Hélio, Valdemar desafia seu mestre e após 3 horas e 45 minutos, o combate mais longo da história, Valdemar venceu Hélio Gracie.

Segundo o próprio Carlson, Valdemar era tido como um dos lutadores mais duros da academia Gracie e foi seu companheiro não só nos treinos como também viraram amigos. Porém após a derrota do tio, Carlson se vê obrigado a resgatar a honra da família. 

A luta aconteceu em 8 de outubro de 1955 no estádio do Maracanãzinho –Rio de Janeiro. Carlson e Valdemar lutariam de Kimono e nas regras do Jiu Jitsu, pois o Vale-Tudo estava proibido na cidade. A luta teria cinco rounds de 10 minutos e apesar da superioridade técnica de Carlson, a luta terminou empatada.

A segunda luta entre Carlson e Valdemar também foi no Maracanãzinho e aconteceu em 21 de Julho de 1956. Devido a pressão feita e ao sucesso da primeira luta, o chefe de polícia permitiu que a luta fosse um Vale-Tudo sem kimono e com seis rounds de 10 minutos.

Maracanazinho lotado pra ver “MMA” no ano de 1956!!!

Carlson, 23 anos pesou 75,700kg e Valdemar, 26 anos, pesou 77,800kg. Valdemar contava com uma musculatura e força física superior e pressionou Carlson no primeiro Round. Porém a supremacia técnica e os golpes mais precisos de Carlson deixam transparecer que a vitória seria inevitável. Valdemar, já com o rosto inchado, começa a sair do ringue fazendo que a luta fosse repetidamente interrompida. Aos 9 minutos do 4º round, Valdemar e Carlson caem do ring e somente Carlson retorna. Com a desistência do “Pantera Negra” (apelido dado a Valdemar por Hélio Gracie), Carlson Gracie conquista o que seria sua mais importante vitória e enfrentaria Valdemar mais quatro vezes, vencendo três e empatando uma.

 

Clique abaixo, para o acesso ao arquivo do jornal Ultima Hora do dia 21 de Julho de 1956

http://www.arquivoestado.sp.gov.br/uhdigital/pdf.php?dia=23&mes=7&ano=1956&edicao=10&secao=1

http://gustavonoblat.blog.terra.com.br/2010/12/21/desconstruindo-o-lendario-carlson-gracie/

Por Robenilton Carneiro