Seu Lunga entrando em uma loja:
- Tem veneno pra rato?
- Tem! Vai levar? - Pergunta o balconista.
- Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!!! - responde seu Lunga.
Por Robenilton Carneiro
Seu Lunga entrando em uma loja:
- Tem veneno pra rato?
- Tem! Vai levar? - Pergunta o balconista.
- Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!!! - responde seu Lunga.
Por Robenilton Carneiro
Ron Clark (Matthew Perry) é um jovem professor com talento, e acima de tudo, com metas bem fixadas para sua vida profissional. Depois de alcançar seus objetivos em uma escola secundária, na Carolina do Norte, ele se muda para um grande centro, Nova York, à procura de mais desafios. 
Encontra emprego em uma escola do Harley, conhecida pejorativamente pela violencia e indisciplina dos alunos. Alunos pobres, negros, imigrantes, enfim, a classe mais hostilizada da sociedade estadunidense.
O filme conta a história real do professor Ron Clark, um educador com muito prestígio nos EUA, cujo livro ficou entre os mais vendidos na lista do New York Times, e no Brasil foi publicado com o título A arte de educar crinaças, da editora Sextante.
Indicado para professores que tem desafios enormes em sua jornada diária, e precisam de um “estimulante” para prosseguir diante das dificuldades.
Por Robenilton Carneiro
saiu no site http://www.interiordabahia.com.br/p_policia/15518.html
Conforme anunciamos em primeira mão, um trágico acidente na BR-324, na noite deste domingo (12), matou sete jovens de Riachão do Jacuipe, que estavam dentro de um Gol e iam para o São João antecipado de Nova Fátima.
O acidente, que aconteceu por volta das 22h30, no Km 85, no trecho entre Riachão do Jacuipe e Nova Fátima, envolveu um Gol, placa KLX 8772 de Recife (PE), e um caminhão de Várzea Nova, placa JOJ 7373, carregado de mármore, que se espalhou na pista.
Dentro do Gol viajavam sete jovens estudantes de Riachão do Jacuipe, que iam para o São João antecipado do município vizinho de Nova Fátima. Todos morreram na hora, esmagados nas ferragens.
No mesmo local, à tarde, aconteceu outro acidente com um Voyage, que era conduzido pelo eletricista AntônIo Carneiro de Souza, conhecido por Nem de Gal, de 35 anos. Ele foi levado para o hospital de Riachão do Jacuipe e depois transferido para Salvador.
Segundo testemunhas informaram para a reportagem do Interior da Bahia, o acidente do domingo à noite foi consequência do que aconteceu à tarde, no mesmo local. O motorista do caminhão, ao avistar o Voyage que estava no acostamento, deve ter perdido a direção e se chocado com o Gol que estavam os jovens de Riachão. O caminhoneiro, que não deve ter sofrido graves ferimentos, fugiu do local.
Os corpos, presos às ferragens, só foram retirados após a chegada do Corpo de Bombeiros. A Policia Militar de Riachão, logo após o acidente, chegou ao local para ajudar a controlar o trânsito, que fluía lentamente.
Colégios suspendem as aulas
Os colégios Maria Dagmar de Miranda, João Campos e toda a rede pública e municipal de Riachão suspenderam as aulas nesta segunda-feira. A cidade vive um clima de grande comoção.
Os corpos foram levados para o Departamento de Policia Técnica (DPT) em Feira de Santana para a realização das perícias. Os familiares não informaram o dia e horário de sepultamento das vítimas. Existem comentários de que pode acontecer um velório coletivo no Bairro do Ranchinho, onde residiam a maioria das vítimas, ou no Clube Lyra 8 de Setembro, no centro da cidade.
Nossa reportagem apurou que cinco das vítimas do acidente estudavam no Colégio Maria Dagmar de Miranda, e duas no Colégio João Campos, em Riachão do Jacuipe.
Relação das vítimas:
Alunos do Colégio João Campos:
Flávia Janaina de Santana Oliveira (18/01/1995) - residente no bairro Ranchinho;
Nelson Nei Carneiro Cordeiro (11/04/1992), motorista do veículo - residente no bairro do Ranchinho.
Alunos do Colégio Maria Dagmar de Miranda:
Rogelmo de Oliveira Pereira (02/04/1993) - residente do Bairro Asa Branca;
Marcela Mascarenhas de Oliveira Araújo (07/11/1995) - residente no Tanque da Nação;
Ana Maria Guedes (28/07/1994) - residente no bairro Ranchinho;
Daiane de Almeida Santos (03/10/1992) - residente no bairro Alto do Cruzeiro;
Helenilson de Souza Silva (14/09/1991) - residente no bairro da Barra.
Segundo informações fornecidas pelas secretarias dos dois colégios, Flávia Janaina e Marcela Mascarenhas (esta apenas da mãe) eram filhas únicas. Marcela e Rogelmo Pereira eram namorados, assim como Ana Maria e Nelson Nei.
Da redação do Interior da Bahia e correspondentes (Foto: Inspetor Lopes Júnior).
Uma Pena.
Três grandes terroristas foram caçados durante o Mês de maio de 2011. Um, Osama Bin Laden, foi assassinado. Os outros dois, Ratko Mladic e Bernard Munyagishari, foram presos. Certamente, poucos conhecem esses dois últimos.
O ex-comandante militar servo-bósnio Ratko Mladic, é acusado de ordenar a mote de mais de oito mil pessoas. Bernard Munyagishari é acusado de ter fundado e treinado a milícia Interahamwe, em Gisenyi, entre 1992 e 1994, onde distribuiu armas. Terá também criado um braço do grupo com a missão específica de violar e matar mulheres. Ao todo, o massacre de Ruanda, exterminou oitocentas mil pessoas.
Mas por que só Bin Laden era mais conhecido?
“Quais são as razões para tratamentos tão diferentes? Bin Laden provocou a morte de cerca de duas mil e seiscentas pessoas em solo norte-americano, audácia que foi punida com seu assassinato. Mladic ordenou a morte de oito mil europeus brancos, será julgado no Tribunal Penal Internacional, e sua captura foi festejada no Ocidente como o fim do isolamento internacional da Sérvia. Munyagishari, um dos líderes do genocídio na Ruanda, levou a cabo a execução de oitocentos mil negros africanos, numa das mais tristes tragédias do século XX. De sua captura nem se ouviu falar. Atentados no solo da potência hegemônica, genocídio de brancos na Europa e genocídio de negros na África são crimes muito diferentes? Quais são as vidas que valem mais?”
Frase de Larissa Ramina, professora
Só para refleti um pouco sobre o poder da mídia mundial.
Por Robenilton Carneiro
Texto de Rubem Alves publicado originalmente na Folha de S.Paulo
Via http://www.pavablog.com/2011/06/01/a-lingua-politicamente-correta/
REVISORES SÃO seres invisíveis que se valem de jornais e editoras para corrigir os deslizes dos escritores. Porque os escritores, frequentemente, desrespeitam as leis fundamentais da gramática. Eu mesmo, por muito tempo, tive como revisor voluntário dos meus textos um erudito da língua que me enviava periodicamente, por puro amor à língua, relatórios detalhados dos meus erros.
Desse revisor voluntário tenho apenas uma queixa: ele nunca disse uma só palavra sobre a substância mesma dos meus artigos. Não lhe importavam as coisas que eu escrevia. Importava-lhe se eu as escrevia com as palavras certas.
Para me consolar, eu repetia as palavras de Patativa do Assaré: “Mais vale escrever a coisa certa com as palavras erradas que escrever a coisa errada com as palavras certas…” Até lhe dediquei uma pequena parábola. Eu, convidando meus amigos para tomar uma sopa que eu mesmo faço. Eles vêm, tomam a sopa e gostam. Mas um intruso, não convidado, toma a minha sopa, nada diz sobre a sopa, mas reclama que a tigela estava lascada…
Tenho tido experiências com revisores atentos, sensíveis, competentes, que não só corrigem meus erros como também me fazem sugestões de como melhorar o meu estilo. Mas tenho tido também experiências desastrosas. E isso porque os revisores têm um poder terrível. Basta que mudem uma simples palavra…
Saramago escreveu um livro sobre um revisor que, cansado de sua função de apenas revisor, resolveu interferir no texto. No lugar onde o autor havia escrito um “sim”, ele resolveu deletar o “sim” e substitui-lo por um “não”. O resultado foi que a história do cerco de Lisboa teve de ser completamente reescrita.
Houve um livro que escrevi, todo ele baseado na distinção entre “história” e “estória”, distinção que os gramáticos, donos da língua, desconhecem, por saber muito sobre letras e sílabas e pouco sobre sentidos. Resolveram, por conta própria, eliminar do dicionário a grafia “estória”. Tudo agora é “história”. Mas Guimarães Rosa sabe que isso está errado e até escreveu: “A estória não quer se tornar história”.
São duas coisas diferentes. História é o tempo onde as coisas acontecidas não acontecem mais. Estória é o tempo onde coisas não acontecidas acontecem sempre.
Pois o revisor do meu livro, mais atento às ordens do dicionário, livro onde se encontram as palavras e sentidos certos, eliminou as “estórias” que eu havia escrito, substituindo-as por “histórias”. Ficou totalmente sem sentido. O revisor disse que abacaxis e pitangas eram a mesma coisa.
Esse mesmo revisor achou por bem corrigir minha tradução de um verso de Eliot. “The inner freedom from the practical desire…”. Minha tradução: “A liberdade interior do desejo prático…” Coisa de velhice: estamos livres da compulsão de fazer coisas práticas. Podemos nos entregar à vagabundagem.
Pois o dito revisor, certamente movido por sua ideologia de esquerda, não podia imaginar que essa liberdade da compulsão do fazer fosse coisa decente. Alterou, então, a minha tradução para “a liberdade interior para o desejo prático…”
Na versão do revisor, todo mundo ficou condenado à compulsão do fazer. Culpa minha. Acreditei no revisor. Não conferi. Resultado: o livro ficou um “non-sense”. Seu destino, o lixo. Mas as palavras estavam de acordo com o dicionário.
Outro revisor ficou horrorizado com a fala de um ignorante chamado Riobaldo. Era português errado, horrível. Tratou de corrigi-la, e o Riobaldo ficou falando como se fosse uma professora de português. Ainda bem que, nesse caso, não confiei no revisor e não perdi o livro.
O encerramento da temporada 20100/2011 do futebol europeu foi em grande estilo. O melhor time do mundo e o melhor jogador do mundo mostraram todo o potencial vencendo a grande final da Champions League.
Para comemorar, veja os 53 gols de Messi na Temporada!
Por Robenilton Carneiro