Os Livros não Mudam o Mundo. Os Livros Mudam as Pessoas. As Pessoas Mudam o Mundo.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Silvio Tendler: o veneno está na mesa do brasileiro

Silvio Tendler é um especialista em documentar a história brasileira. Já o fez a partir de João Goulart, Juscelino Kubitschek,Carlos Marighela, Milton Santos, Glauber Rocha e outros nomes importantes. Em seu último documentário, Silvio não define nenhum personagem em particular, mas dá o alerta para uma grave questão que atualmente afeta a vida e a saúde dos brasileiros: o envenenamento a partir dos alimentos.

Em O veneno está na mesa, lançado no último dia (25) no Rio de Janeiro, o documentarista mostra que o Brasil está envenenando diariamente sua população a partir do uso abusivo de agrotóxicos nos alimentos. Em um ranking para se envergonhar, o brasileiro é o que mais consome agrotóxico em todo o mundo, sendo 5,2 litros a cada ano por habitante. As consequências, como mostra o documentário, são desastrosas.
Em entrevista ao Brasil de Fato, Silvio Tendler diz que o problema está no modelo de desenvolvimento brasileiro. E seu filme, que também é um produto da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida, capitaneada por uma dezena de movimentos sociais, nos leva a uma reflexão sobre os rumos desse modelo. Confira.
Brasil de Fato: Você que é um especialista em registrar a história do Brasil, por que resolveu documentar o impacto dos agrotóxicos sobre a agricultura e não um outro tema nacional?
Silvio Tendler: Porque a partir de agora estou querendo discutir o futuro e não mais o passado. Eu tenho todo o respeito pelo passado, adoro os filmes que fiz, adoro minha obra. Aliás, meus filmes não são voltados para o passado, são voltados para uma reflexão que ajuda a construir o presente e, de uma certa forma, o futuro. Mas estou muito preocupado. Na verdade esse filme nasceu de uma conversa minha com [o jornalista e escritor] Eduardo Galeano em Montevidéu [no Uruguai] há uns dois anos, em que discutíamos o mundo, o futuro, a vida. E o Galeano estava muito preocupado porque o Brasil é o país que mais consumia agrotóxico no mundo. O mundo está sendo completamente intoxicado por uma indústria absolutamente desnecessária e gananciosa, cujo único objetivo realmente é ganhar dinheiro. Quer dizer, não tem nenhum sentido para a humanidade que justifique isso que está se fazendo com os seres humanos e a própria terra. A partir daí resolvi trabalhar essa questão. Conversei com o João Pedro Stédile [coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra], e ele disse que estavam preocupados com isso também. Por coincidência, surgiu a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos, movida por muitas entidades, todas absolutamente muito respeitadas e respeitáveis. Fizemos a parceria e o filme ficou pronto. É um filme que vai ter desdobramentos, porque eu agora quero trabalhar essas questões.
Brasil de Fato: Então seus próximos documentários deverão tratar desse tema?
ST: Pra você ter uma ideia, no contrato inicial desse documentário consta que ele seria feito em 26 minutos, mas é muita coisa pra falar. Então ficou em 50 [minutos]. E as pessoas quando viram o filme, ao invés de me dizerem ‘está muito longo’, disseram ‘está curto, você tem que falar mais’. Quer dizer, tem que discutir outras questões, e aí eu me entusiasmei com essa ideia e estou querendo discutir temas conexos à destruição do planeta por conta de um modelo de desenvolvimento perverso que está sendo adotado. Uma questão para ser discutida de forma urgente, que é conexa a esse filme, é o agronegócio. É o modelo de desenvolvimento brasileiro. Quer dizer, porque colocar os trabalhadores para fora da terra deles para que vivam de forma absolutamente marginal, provocando o inchaço das cidades e a perda de qualidade de vida para todo mundo, já que no espaço onde moravam cinco, vão morar 15? Por que se plantou no Brasil esse modelo que expulsa as pessoas da terra para concentrar a propriedade rural em poucas mãos, esse modelo de desenvolvimento, todo ele mecanizado, industrializado, desempregando mão de obra para que algumas pessoas tenham um lucro absurdo? E tudo está vinculado à exploração predatória da terra. Por que nós temos que desenvolver o mundo, a terra, o Brasil em função do lucro e não dos direitos do homem e da natureza? Essas são as questões que quero discutir.
Brasil de Fato: Você também mostrou que até mesmo os trabalhadores que não foram expulsos do campo estão morrendo por aplicar em agrotóxicos nas plantações. O impacto na saúde desses agricultores é muito grande...
ST: É mais grave que isso. Na verdade, o cara é obrigado a usar o agrotóxico. Se ele não usar o agrotóxico, ele não recebe o crédito do banco. O banco não financia a agricultura sem agrotóxico. Inclusive tem um camponês que fala isso no filme, o Adonai. Ele conta que no dia em que o inspetor do banco vai à plantação verificar se ele comprou os produtos, se você não tiver as notas da semente transgênica, do herbicida, etc., você é obrigado a devolver o dinheiro. Então não é verdade que se dá ao camponês agricultor o direito de dizer ‘não quero plantar transgênico’, ‘não quero trabalhar com herbicidas’, ‘quero trabalhar com agricultura orgânica, natural’. Porque para o banco, a garantia de que a safra vai vingar não é o trabalho do camponês e a sua relação com a terra, são os produtos químicos que são usados para afastar as pestes, afastar pragas. Esse modelo está completamente errado. O camponês não tem nenhum tipo de crédito alternativo, que dê a ele o direito de fazer um outro tipo de agricultura. E aí você deixa as pessoas morrendo como empregadas do agronegócio, como tem o Vanderlei, que é mostrado no filme. Depois de três anos fazendo a tal da mistura dos agrotóxicos, morreu de uma hepatopatia grave. Tem outra senhora de 32 anos que está ficando totalmente paralítica por conta do trabalho dela com agrotóxico na lavoura do fumo.
Brasil de Fato: A impressão que dá é que os brasileiros estão se envenenando sem saber. Você acha que o filme pode contribuir para colocar o assunto em discussão?
ST: Eu acho que a discussão é exatamente essa, a discussão é política. Eu, de uma certa maneira, despolitizei propositadamente o documentário. Eu não queria fazer um discurso em defesa da reforma agrária ou contra o agronegócio para não politizar a questão, para não parecer que, na verdade, a gente não quer comer bem, a gente quer dividir a terra. E são duas coisas que, apesar de conexas, eu não quis abordar. Eu não quis, digamos assustar a classe média. Eu só estou mostrando os malefícios que o agrotóxico provoca na vida da gente para que a classe média se convença que tem que lutar contra os agrotóxicos, que é uma luta que não é individual, é uma luta coletiva e política. Tem muita gente que parte do princípio ‘ah, então já sei, perto da minha casa tem uma feirinha orgânica e eu vou me virar e comer lá’, porque são pessoas que têm maior poder aquisitivo e poderiam comprar. Mas a questão não é essa. A questão é política, porque o agrotóxico está infiltrado no nosso cotidiano, entendeu? Queira você ou não, o agrotóxico chega à sua mesa através do pão, da pizza, do macarrão. O trigo é um trigo transgênico e chega a ser tratado com até oito cargas de pulverizador por ano. Você vai na pizzaria comer uma pizza deliciosa e aquilo ali tem transgênico. O que você está comendo na sua mesa é veneno. Isso independe de você. Hoje nada escapa. Então, ou você vai ser um monge recluso, plantando sua hortinha e sua terrinha, ou se você é uma pessoa que vai ficar exposta a isso e será obrigada a consumir.
Brasil de Fato: Como você avalia o governo Dilma a partir dessa política de isenção fiscal para o uso de agrotóxico no campo brasileiro?
ST: Deixa eu te falar, o governo Dilma está começando agora, não tem nenhum ano, então não dá para responsabilizá-la por essa política. Na verdade esse filme vai servir de alerta para ela também. Muitas das coisas que são ditas no filme, eles [o governo] não têm consciência. Esse filme não é para se vingar de ninguém. É para alertar. Quer dizer, na verdade você mora em Brasília, você está longe do mundo, e alguém diz para você ‘ah, isso é frescura da esquerda, esse problema não existe’, e os relatórios que colocam na sua mesa omitem as pessoas que estão morrendo por lidar diretamente com agrotóxico. [As mortes] vão todas para as vírgulas das estatísticas, entendeu? Acho que está na hora de mostrar que muitas vidas não seriam sacrificadas se a gente partisse para um modelo de agricultura mais humano, mais baseado nos insumos naturais, no manejo da terra, ao invés de intoxicar com veneno os rios, os lagos, os açudes, as pessoas, as crianças que vivem em volta, entendeu? Eu acho que seria ótimo se esse filme chegasse nas mãos da presidente e ela pudesse tomar consciência desse modelo que nós estamos vivendo e, a partir daí, começasse a mudar as políticas.
Brasil de Fato: No documentário você optou por não falar com as empresas produtoras de agrotóxicos. Essa ideia ficou para um outro documentário?
ST: É porque eu não quis fazer um filme que abrisse uma discussão técnica. Se as empresas reclamarem muito e pedirem para falar, eu ouço. Eu já recebi alguns pedidos e deixei as portas abertas. No Ceará eu filmei um cara que trabalha com gado leiteiro que estava morrendo contaminado por causa de uma empresa vizinha. Eu filmei, a empresa vizinha reclamou e eu deixei a porta aberta, dizendo ‘tudo bem, então vamos trabalhar em breve isso num outro filme’. Se as empresas que manipulam e produzem agrotóxico me chamarem para conversar, eu vou. E vou me basear cientificamente na questão porque eles também são craques em enrolar. Querem comprovar que você está comendo veneno e tudo bem (risos). E eu preciso de subsídios para dizer que não, que aquele veneno não é necessário para a minha vida. Nesse primeiro momento, eu quis botar a discussão na mesa. Algumas pessoas já começaram a me assustar, ‘você vai tomar processo’, mas eu estou na vida para viver. Se o cara quiser me processar por um documentário no qual eu falei a verdade, ele processa pois tem o direito. Agora, eu tenho direito, como cineasta, de dizer o que eu penso.
Brasil de Fato: Esse filme será lançado somente no Rio ou em outras capitais também?
ST: Eu estou convidado também para ir para Pernambuco em setembro, mas o filme pode acontecer independente de mim. Esse filme está saindo com o selinho de ‘copie e distribua’. Ele não será vendido. A gente vai fazer algumas cópias e distribuir dentro do sentido de multiplicação, no qual as pessoas recebem as cópias, fazem novas e as distribuem. O ideal é que cada entidade, e são mais de 20 bancando a Campanha, consiga distribuir pelo menos mil unidades. De cara você tem 20 mil cópias para serem distribuídas. E depois nós temos os estudantes, os movimentos sociais e sindicais, os professores. Vai ser uma discussão no Brasil. Temos que levar esse documentário para Brasília, para o Congresso, para a presidente da República, para o ministro da Agricultura, para o Ibama. Todo mundo tem que ver esse filme.
Brasil de Fato: E expectativa é boa então?
ST: Sim. Eu sou um otimista. Sempre fui.
Fonte: Brasil de Fato

Via http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=160728&id_secao=10

Por Robenilton Carneiro

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Textos Que Encontro na net I

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos
rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde,
acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos
freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a
rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo,
mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais
informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos
comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e
relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas
chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral
descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das
pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na
dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te
permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar
'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o)
e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame...
se ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor,
quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao
seu lado, sempre.

Piadas Que Encontro na Net VI

SE NÃO GOSTA DE GÍRIAS, FALE CIENTIFICAMENTE, PENA QUE ALGUNS EXEMPLOS SÃO DESBOCADOS ...
LEIAM COM ATENÇÃO:

Colóquio flácido para acalentar bovinos.
(Conversa mole pra boi dormir);
Romper a face.
(Quebrar a cara);
Creditar o primata.
(Pagar o mico);
Inflar o volume da bolsa escrotal.
(Encher o saco);
Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o sustentáculo de uma das unidades de proteção solar do acampamento.
(Chutar o pau da barraca);
Deglutir o batráquio.
(Engolir o sapo);
Derrubar com intenções mortais.
(Cair matando);
Aplicar a contravenção do João, deficiente físico de um dos membros superiores.
(Dar uma de João sem braço);
Sequer considerando a utilização de um longo pedaço de madeira.
(Nem a pau);
Sequer considerando a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais.
(Nem que a vaca tussa);
Sequer considerando a utilização de uma relação sexual.
(Nem fudendo);
Derramar água pelo chão, através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente com a extremidade do membro inferior.
(Chutar o balde);
Retirar o filhote de eqüino da perturbação pluviométrica.
(Tirar o cavalinho da chuva);
Essa última foi tirada do mais culto livro de palavras clássicas da língua portuguesa:
A bucéfalo de oferendas não perquiris formação ortodôntica!
(A cavalo dado não se olham os dentes!);
E agora, para fechar com chave de ouro.

ADVERTÊNCIA PARA FINS DE SEMANA OU FERIADOS:

O orifício circular corrugado, localizado na parte ínfero-lombar da região glútea de um indivíduo em alto grau etílico, deixa de estar em consonância com os ditames referentes ao direito individual de propriedade.
(Cú de bêbado não tem dono)

HOMEM DE COR

Autor Desconhecido

Meu irmão branco...
Quando eu nasci, eu era negro...
Quando eu cresci, eu era negro...
Quando eu vou ao sol, eu sou negro...
Quando eu estou com frio, eu sou negro...
Quando eu estou com medo, eu sou negro...
Quando eu estou doente, eu sou negro...
Quando eu morrer, eu serei negro...

E você, Homem Branco...
Quando você nasceu, era rosa...
Quando você cresceu, era branco...
Quando você vai ao sol, fica vermelho...
Quando você fica com frio, fica roxo...
Quando você está com medo, fica branco...
Quando você fica doente, fica verde...
Quando você morrer, ficará cinza...

Depois de tudo isso, Homem Branco,
como você ainda pode me chamar
de Homem de Cor?

Por Robenilton Carneiro

domingo, 10 de julho de 2011

Botafogo 1x1 Bahia (10/07/11) Eu estava Lá!

SAM_4133SAM_4176SAM_4145SAM_4169

Foi um bom jogo de bola. As duas equipe queriam o gol a todo instante, mais o Botafogo estava melhor, chegando com mais qualidade.

Até que Elkesson fez um golaço!

Quase não dá pra ver o Gol, mais é sópra mostrar a emoção de Ser Botafogo!!!

A nossa torcida foi ao delírio, e o Fogão cresceu ainda mais, e teve uma oportunidade com Herrera que bateu a bola na trave.

O 2º tempo começou com o Bahia partindo pra cima, mais dando o contra-ataque ao Bota.

Por incrível que pareça, Fahel, execrado pela torcida do Fogão, pois o mesmo já atuou no clube, fez o gol de empate.

O resultado definitivamente não foi bom. Mas vamos melhorar a cada rodada até o objetivo final!!

Bahia 1 x 1 Botafogo – Nona rodada da Série A 2011.
Local: Estádio Roberto Santos (Pituaçu), em Salvador.
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS).
Assistentes: Erich Bandeira (Fifa-PE) e Júlio César Rodrigues Santos (RS).
Gols: Fahel (aos 33 minutos da segunda etapa) para o Bahia; Elkeson (aos 30 minutos do primeiro tempo) para o Botafogo.
Cartões amarelos: Marcone, Lulinha e Titi (Bahia); Somália e Márcio Azevedo (Botafogo).
Bahia: Marcelo Lomba; Jancarlos, Paulo Miranda, Titi e Marcos (Maranhão; depois Rafael); Marcone, Fahel, Diones e Ricardinho (Gabriel); Lulinha e Júnior. Técnico: René Simões.
Botafogo: Renan; Alessandro, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo (Thiago Galhardo); Lucas Zen, Somália (Léo), Maicosuel e Marcos Vinícius; Elkeson e Herrera (Caio). Técnico: Caio Júnior.

Público: 32.157 pagantes. Renda: R$ 787.897,50.

Por Robenilton Carneiro

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Ricardo Teixeira: O Coronel do Futebol Brasileiro

saiu no Blog do Cosme Rímole, no R7 http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2011/07/07/o-raio-x-definitivo-de-ricardo-teixeira-so-leia-se-tiver-estomago/

divulgacao281 O raio X definitivo de Ricardo Teixeira. Só leia se tiver estômago...

Quem não tiver estômago não deve ler esse post.

Não é nem um pouco agradável escrevê-lo.

Mas é necessário, obrigatório.

Mostrar o que pensa o homem que manda no futebol do Brasil.

A revista Piauí conseguiu entrevistar Ricardo Teixeira.

E sem disfarce, retoques.

A matéria tem oito páginas valem as frases...

A certeza de que se julga acima do bem e do mal...

É esse homem quem manda no futebol brasileiro desde 1989...

E ninguém tem coragem de contestá-lo...

Ninguém...

“Meu amor, já falaram tudo de mim: que eu trouxe contrabando em avião da seleção, a CPI da Nike e a do Futebol, que tem sacanagem na Copa de 2014. É tudo da mesma patota, UOL, Folha, Lance, ESPN, que fica repetindo as mesmas merdas”

“Portanto, só vou ficar preocupado, meu amor, quando sair no Jornal Nacional”.

“Não vai ter isso, não: está tudo sob controle”. (Sobre combinação de perguntas em entrevista com a Globo. A resposta foi a um executivo da empresa Match, que negocia pacotes de hospedagem para a Copa, sobre se haveria perguntas sobre os preços dos ingressos de 2014)

“Eu vou infernizar a vida deles. Enquanto eu estiver na CBF, na Fifa, onde for, eles não entram” (Sobre a BBC)

“Dele, eu não deixo passar nada. Outro dia, recebi um dinheiro dele. Mas eu dôo para a caridade. Na próxima que ganhar, vou publicar no site da CBF um agradecimento” (Sobre Juca Kfouri)

“Ele está trabalhando para a Record” (sobre Garotinho)

“Não ligo. Aliás, caguei. Caguei montão. O neguinho do Harlem [bairro pobre nova-iorquino] olha para o carrão do branco e fala: ‘quero um igual’. O negro não quer que o branco se foda e perca o carro. Mas no Brasil não é assim. É essa coisa de quinta categoria” (sobre acusações de corrupção)

“Pegava duas novelas e o Jornal Nacional, você sabe o que é isso?” (Sobre remarcação de jogo Brasil x Argentina em 2001 para as 19h45, em retaliação a um Globo Repórter com denúncias sobre ele)

“Quanto mais tomo pau da Record, fico com mais crédito com a Globo”

“A imprensa brasileira é muito vagabunda... Não leio mais porra nenhuma, a vida ficou leve para cacete, tá muito bom”

“A imprensa é a maior culpada de tudo isso. Por ser toda paulista, passou três anos tentando enfiar goela abaixo o Morumbi. Com isso, atrasaram todos os projetos” (sobre atrasos na Copa em SP)

“Em 2014, posso fazer a maldade que for. A maldade mais elástica, mais impensável, mais maquiavélica. Não dar credencial, proibir acesso, mudar horário de jogo. E sabe o que vai acontecer? Nada. Sabe por quê? Porque eu saio em 2015. E aí, acabou”

"Caguei. Caguei de montão" (Este é o seu resumo todo seu sobre as acusações que sofre recebe diariamente...)

Teixeira não desmentiu sequer um palavra da entrevista...

Só há uma grande notícia nas suas declarações.

Ricardo Teixeira jura que deixa a CBF em 2015...

Há dois candidatos para sucedê-lo...

Sua filha ou Andres Sanches...

Ele já disse que vai escolher, quando quiser...

Isso se não mudar de idéia e continuar na CBF...

Que trata como sua casa...

Este é o presidente da CBF...

Como posso achar que o Brasil é um país sério?

Por Robenilton Carneiro

sábado, 2 de julho de 2011

Manifesto Pela união das oposições em Coité – Assis da Caixa

 

O PT quer dialogar muito. Dialogar sem preconceito e sem imposições.

As próximas eleições municipais em Coité trarão um desafio vital para as oposições – superar as divergências e unir-se para vencer a disputa e governar o município.

O PT é o principal partido de oposição em Coité. Foi o mais bem votado para todos os cargos nas eleições 2010. É um partido forte, sua militância é incomparável e compromete-se a trabalhar incansavelmente pela unidade dos partidos e das lideranças da oposição em Coité.

O PT quer dialogar muito. Dialogar sem preconceito e sem imposições. Dialogar sempre. Estender a mão e abrir os braços inclusive para aqueles eleitores e até líderes que historicamente votaram na situação, mas se cansaram das promessas e injustiças praticadas por nossos adversários.

A administração pública de Conceição do Coité precisa estar à altura do povo coiteense, que é honesto e empreendedor. Todos nós da oposição concordamos que órgãos públicos como o CAIC, a Escola Agrícola e a UNEB, por exemplo, precisam ser mais bem utilizados. Que a prefeitura precisa recuperar sua capacidade de investimento e não ficar apenas e tão somente inaugurando obras realizadas pelo governo federal ou estadual. Que os servidores públicos municipais sejam mais valorizados e respeitados.

Há muito que se fazer por nossas gestantes, nossas crianças, nossos jovens e nossos irmãos da terceira idade. Muito mais podemos realizar por nossos trabalhadores e empresários, pela saúde, educação e meio ambiente. Nosso futuro governo deve administrar, e não apenas acomodar interesses individuais e grupais, como se faz hoje.

Não é o momento de se falar em nomes de candidatos a prefeito ou vice-prefeito, mas sim de um projeto comum das oposições, de um plano de governo que agregue diferentes pontos de vista e tenha como foco o povo coiteense, a quem devemos dedicar o melhor de cada um de nós.

Só assim conquistaremos a confiança do eleitor e despertaremos a esperança nas pessoas. Não há melhor caminho para a vitória.

Por: Assis/ Presidente do PT